O impacto dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro.

Enviada em 23/05/2021

Com um aumento de 20% no valor por quilo dos alimentos ultraprocessados, reduziria em média 6,6% a obesidade, de acordo com o jornal diário “O Tempo”. Tal pesquisa demonstra que o consumo de alimentos ultraprocessados contribui para o aumento na prevalência de excesso de pele. Nesse sentido, apesar do aumento do prazo de validade destes produtos, esse tipo de processo pode ser extremamente prejudicial a saúde.

Convém ressaltar, a princípio, que esse tipo de alimento possui alto teor de açúcar, sal e outros aditivos que em grandes quantidades danificam a saúde. Entretanto, por conta de uma sensação de praticidade, muitas pessoas optam por consumir esse tipo de alimento, como mostra a pesquisa do “DataFolha” que em outubro de 2019 e junho de 2020, subiu de 9% para 16% o número de pessoas que consomem esses alimentos.

Além disso, de acordo com o site “Sempre Família” os alimentos ultraprocessados favorecem a disseminação de doenças cardiovasculares, diabetes, hipertensão e alguns tipos de câncer. O consumo desses alimentos não está relacionado somente à praticidade, mas sim a condição social, psicológica e cultural do indivíduo.

Com isso, se faz necessário que o Ministério da Educação juntamente com o apoio popular e pedagógico insiram projetos referentes à educação alimentar e propriedades nutritivas desses consumos. Pois, o ensino prematuro dessas propiedades formarão jovens e adultos conscientes em relação a nutrição básica, alimentação correta e aconselhável para cada grupo  social.