O impacto dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro.
Enviada em 23/05/2021
Alimentação fatal
É fato que com o surgimento da revolução industrial, no século XVIII, ocorreram muitas mudanças no cotidiano da população em geral. Novas tecnologias apareciam e consequentemente muitas invenções foram criadas para facilitar o dia a dia das pessoas. A busca por tal facilidade acabou acarretando inúmeros problemas que podem comprometer a saúde de uma geração.
O baixo custo e a praticidade dos alimentos ultraprocessados fizeram com que cada vez mais fossem procurados, e como consequência causaram o comodismo e o surgimento de doenças crônicas como obesidade, diabetes e colesterol alto. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) a porcentagem de pessoas obesas no Brasil, em 2019, é de 26,8%.
Além disso, devido ao desenvolvimento da globalização o número de redes de fast food aumentou. Embora esses alimentos sejam apetitosos e práticos, eles não podem ser considerados alimentos saudáveis devido ao alto teor de sódio e açúcar presentes em refrigerantes, hambúrgueres, frituras, sorvetes e outros inúmeros.
Em virtude dos fatos mencionados, cabe a população ter a consciência de que estão prejudicando a si mesmos e deixando uma marca negativa para gerações futuras. Escolas devem realizar projetos de alimentação saudável com crianças, para que elas influenciem suas famílias a mudança de hábito. É dever dos governantes locais promoverem campanhas através de comerciais e outdoors, falando mais sobre a práticas saudáveis e como elas podem causar uma mudança significativamente positiva. Dessa forma, a população irá aderir as demais práticas em seu cotidiano.