O impacto dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro.

Enviada em 24/05/2021

Nos dias correntes, além da pandemia causada pelo novo coronavírus, o mundo, em especial o brasileiro, sofre também de uma epidemia pouco divulgada: a epidemia das obesidades, que hoje mais mata mais que a fome sendo um problema de saúde pública. Além disso, necessita de ser combatida substancialmente.

Com o advento da Revolução Industrial, as nações conquistaram a façanha de alcançar uma maior expectativa de vida, a redução da mortalidade infantil junto à diminuição das doenças infectocontagiosas. Ao mesmo tempo, uma das maiores causas de morte no globo terreste é por questões cardiovasculares que pode ser causada pela adoção de péssimos hábitos, como: comprar enlatados por ser mais prático ou mais barato e estilo de vida por ser corriqueira e não ter tempo para preparar o saudável.

Além disso, o Pai da Medicina ensinou que o nosso alimento deve ser nosso rémedio e nosso remédio deve ser nosso alimento. Com isso, é justo acatar para reverter a situação de obesidade da saúde populacional em geral, que além de fator de risco é considerada uma doença. Desse modo, o alimento influência diretamente na saúde física e mental, como: bem estar, facilidade de mobilidade, entre outros benefícios de uma alimentação saudável.

Logo, é preciso não somente tratar as consequências. Contudo, buscar e solucionar as causas. Papel do Ministério da Saúde institua junto ao Conselho federal de Nutrição um sistema de atução e educação em saúde nas escolas e unidades básicas, onde estudantes de nutrição tenham a oportunidade. Além de o lugar de fala, de modo a promover palestras, atendimentos e atividades práticas com a temática alimentação saudável. Bem como a culinária saudável ao invés da cultura artificial: alimentos industriais e fast food.