O impacto dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro.
Enviada em 23/05/2021
A alimentação brasileira sempre teve suas variantes dependendo da região do país. Com diferentes culturas, muitos tipos de alimentos são dispostos e cada um realiza sua dieta de acordo com o que opta por comer. Entretanto, é inegável que com o crescimento do mercado alimentício, foram criados diversos tipos de “quebra-galhos”, que são os alimentos ultraprocessados e uma parcela muito grande da população, mantém sua alimentação a base dessas comidas.
Muitas vezes devido a ausência de ingredientes para fazer alguma refeição para almoço ou algo mais saudável, as pessoas decidem comer salgadinhos ou macarrões “instantâneos”, que torna o processo mais rápido e não dá tanto trabalho quanto preparar alguma comida. Em consequência, isso pode acabar se tornando um hábito, transformando sua alimentação base em refeições do tipo, posteriormente um “vício cego”.
Um estudo realizado em 2020, pelo Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), dita que o consumo de alimentos ultraprocessados em relação a 2019 impulsionou de 9% para 16%. Isso mostra que habitualmente as pessoas se estão se acomodando às refeições “rápidas”, algo consideravelmente preocupante. Ingerir diariamente essas comidas, aumentam a chance desenvolver obesidade, diabetes, hipertensão… entre outras doenças que são causadas pelo alto índice de ingredientes específicos, como sal ou açucar, no sangue.
O alto consumo de alimentos ultraprocessados é algo que deve ser refletido. Além de possuírem uma grande quantidade de ingredientes, são industrializados, o que torna essas comidas bem aromatizadas, com sabores artificiais. Visto que essas refeições podem trazer riscos à saúde, as pessoas devem ser incentivadas a administrarem uma dieta mais saudável, com frutas ou alimentos menos industrializados. Propagandas ou até mesmo campanhas pela internet, anúncios rápidos como imagens ou pequenos vídeos também, devem ser feitas por profissionais.