O impacto dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro.

Enviada em 27/05/2021

Com o advento da revolução industrial no século XVIII, os estilos de vida social em escala global mudaram e, como resultado, os alimentos industrializados passaram a fazer parte do dia a dia da sociedade devido à sua praticidade e baixo custo em relação aos alimentos naturais. “No entanto, os alimentos ultraprocessados ​​não só proporcionam comodidade durante as refeições, mas também levam ao aumento da obesidade e de doenças crônicas na população. Nesse caso, é preciso analisar os efeitos da propaganda excessiva e da falta de educação alimentar nos hábitos alimentares pessoais.

Em primeiro lugar, é importante destacar que a difusão da propaganda de alimentos industrializados impulsiona o consumo: segundo os filósofos Adorno e Horkheimer, a indústria cultural utiliza os meios de comunicação de massa para difundir o consumo que produz falsa felicidade. Diversos meios de comunicação têm promovido a divulgação de propagandas de alimentos prontos ou semiprontos ricos em açúcar, sal e gordura, portanto, devido ao intenso trabalho diário dos indivíduos, os alimentos ultraprocessados ​​tornam-se mais viáveis ​​por serem fáceis para encontrar e ter uma longa vida útil. Portanto, esses alimentos desnutridos levam à escassez de alimentos para a população.

Além disso, é importante destacar que as políticas públicas não podem promover de forma eficaz a educação alimentar das pessoas. Segundo dados do Ministério da Saúde, 55% dos jovens têm hábitos alimentares irregulares. Devido à falta de alimentos, esses alimentos são facilmente persuadidos. Em relação à explicação dos hábitos saudáveis, isso ocorre porque as instituições de ensino focam apenas no conteúdo educacional e não podem orientar efetivamente os alunos na escolha de alimentos naturais, portanto, hábitos alimentares irregulares podem prejudicar o desenvolvimento pessoal.