O impacto dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro.
Enviada em 30/05/2021
O aumento do consumo dos ultraprocessados
Os produtos ultraprocessados diferentemente dos produtos processados ou naturais, possuem um grande diferencial entre eles. Enquanto os alimentos menos processados utilizam meios mais naturais de cozimento e saborização como: sais, temperos e ervas, os alimentos ultraprocessados utiliza em sua grande parte, substâncias sintéticas para tornar o alimento mais duradouro, deixa-lo com uma cor mais forte, melhorar o aroma ou até o sabor, visto isso, o alimento ultraprocessados causa danos para o corpo humano, portanto não é saudável. Os nutricionistas orientam que o consumo de alimentos ultraprocessados tem que ser mínimo devido aos efeitos colaterais que esses produtos causam como: obesidade, diabetes ou até um tipo de câncer. Infelizmente, o consumo de ultraprocessados é considerado um dos problemas para o povo Brasileiro.
Há muito tempo que o brasileiro possui o habito e uma cultura de adquirir comidas industrializadas e Fast Food, principalmente nos finais de semana e feriados. Após a decretação da pandemia do novo Coronavírus pela OMS (Organização Mundial De Saúde) em 2020, varias cidades decretaram o Lock Down ou restringiram circulação de pessoas e, com isso, empresas adotaram o meio on-line de atendimento, principalmente, restaurantes e Fast Foods, então com a situação de pandemia e um fácil acesso á tecnologias por meios de celulares e computadores, consequentemente, ficou fácil o acesso e aumentou o consumo de produtos ultraprocessados.
O Guia Alimentar para a População Brasileira, publicado em 2006, apresentou novas recomendações necessárias á respeito da alimentação do brasileiro e foi colocado como instrumento de apoio pra a educação alimentar e nutricional no SUS (Sistema Único de Saúde) e outros setores. O guia Alimentar destaca a necessidade da interferência do ministério da saúde na alimentação do brasileiro.
Como os alimentos tradicionais presentes nas refeições dos brasileiros tiveram a redução de seu consumo, o guia alimentar reforça o compromisso do governo federal, através do Ministério da Saúde, de contribuir para que o brasileiro se alimente de maneira adequada. Contudo, os órgãos competentes devem fornecer campanhas publicitárias com artigos informativos sobre o consumo dos alimentos ultraprocessados e suas consequências, influenciar a população a consumir produtos saudáveis, interferir na produção destes tipos de produtos ou mudar a regra alimentar para as indústrias e estabelecimentos, visto que, em vários lugares a influencia dos órgãos públicos de saúde não interfere no consumo.