O impacto dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro.

Enviada em 30/05/2021

Durante a segunda revolução industrial, obteve-se um avanço nos hábitos alimentares, como consequência a oferta de alimentos ultraprocessados. Com preços mais acessíveis para àqueles que não possuíam direitos trabalhistas, como carga horária e um salário mínimo, mas nem todos tinham conhecimento sobre os malefícios do consumo desses produtos viriam a trazer.

Em primeiro ponto, é importante destacar que o consumo em excesso colabora de forma intensiva para o entrave. Isso porque grande parte da população não tem condições financeiras ou até mesmo conhecimento e autocontrole sobre o consumo desses alimentos. Por fim, entende-se que o problema tende a persistir, caso não haja intervenção.

É correto afirmar que uma parcela da população possui alguns problemas relacionados ao consumo exagerado de produtos ultraprocessados. São doenças crônicas, como as diabetes e a obesidade, isso vai da primeira infância a terceira idade e só 12% da população sabe dos maléficos. Além de que os meios de comunicação são influência para o entrave, essas jogadas de empresas de ´´fast food´´ onde uma pessoa está ingerindo uma comida com alto valor calórico.

Portanto, é urgente intervir nesse problema. Para isso, o governo, escola e empresários de ‘’fast food’’ devem conscientizar a população sobre os malefícios e o que elas podem substitui por algo mais benigno, por meio de palestras, divulgações na internet, cardápios mais saudáveis e frisar a importância de ir em frequentar feiras, a fim de reverter o autoconsumo de alimentos ultraprocessados.