O impacto dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro.
Enviada em 30/05/2021
Alimentos ultraprocessados são malefícios para a saúde, apesar de apresentar o aumento de risco de obesidade, doenças cardiovasculares, hipertensão e diabetes. Mesmo sabendo disso, muitas pessoas acabam consumindo da mesma maneira.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) fez uma publicação em 2018 em que na América Latina o consumo de ultraprocessados cresceu em mais de 50% entre os anos 2000 e 2013. Segundo Ana Paula Bortoletto, em 2024, o preço de ultraprocessados será menor que o preço dos alimentos in natura e minimamente processados, o que vai influenciar no aumento das vendas. Com todas essas informações está fácil de perceber que no Brasil o índice de obesidade ou de pessoas com doenças crônicas irá aumentar consideravelmente, ainda mais com a crescente de fast-food no Brasil.
O Brasil está na posição 34 de venda per capita de alimentos e bebidas ultraprocessados no ranking mundial, isto significa que as empresas estão focadas em lucrar mesmo sendo prejudicial ao consumidor.
Diante desses fatos apresentados ficaram claros os malefícios dos alimentos ultraprocessados. Assim o Ministério da Saúde poderia tomar as providências de organizar locais com comidas fitness e fazer campanhas publicitarias para a conscientização dos alimentos ultraprocessados. Desse modo iria trazer mais qualidade de vida para as pessoas e diminuir doenças crônicas.