O impacto dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro.
Enviada em 26/05/2021
Os ultraprocessados, como o macarrão “instantâneo” estão sendo cada vez mais utilizados, substituindo os tradicionais alimentos brasileiros, como o arroz, o macarrão e o feijão. Essa troca traz diversos prejuízos à saúde do consumidor, já que esses alimentos têm a adição de sal, açúcar ou óleo. Tendo isso em perspectiva, faz-se necessário alterar esse cenário que pode ser muito prejudicial a médio e longo prazo.
Primeiramente, detaca-se que o curto período de almoço, gasto em grande parte na locomoção, é fundamental para a manutenção desse panorama. Na Consolidação das Leis Trabalhistas, define-se uma hora de intervalo no trabalho para a refeição, por isso, muitos optam por comer alimentos de preparo mais rápido e, muitas vezes maléfico à saúde do trabalhador.
Em segunda instância, coloca-se os grandes danos que as comidas ultraprocessadas podem gerar à saúde humana, podendo-se citar como exemplo, a obesidade e a pressão alta. Esses produtos, têm por objetivo ter um aumento na durabilidade, além de maior agilidade no consumo. Nesse processo, acabam com auterações no sabor e nos seus aspectos físicos (tamanho, cor, formato, etc) e perdendo parte de seus valores nutricionais.
Tendo em vista o contexto supracitado, faz-se necessário que as empresas ditribuam marmitas avaliadas por nutricionistas, para evitar o consumo de ultraprocessados por falta de tempo de seus funcionários. Além disso, é de vital importância que o governo, por meio de redes sociais, divulgue os prejuízos que os superprocessados trazem à saúde do ser humano, incentivando hábitos saudáveis na alimentação, diminuindo, assim, a ingestão desses produtos. Tomando essas atitudes é possível amenizar essa mazela que assola a sociedade contemporânea.