O impacto dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro.

Enviada em 27/05/2021

No começo dos anos 2000, o nutricionista da Universidade de São Paulo, Carlos Monteiro, idealizou o termo ultraprocessados, que descreve  alimentos industrializados, ricos em sódio, açucar e componentes químicos. Desse modo, é claro que os efeitos dessas mercadorias na alimentação dos brasileiros são polêmicos, tanto em relação à segurança nutricional, quanto na consciência alimentar.

Antes de tudo a multiplicação desses alimentos cresce no país através do seu baixo custo e simplicidade, porém, os riscos para a saúde também aumentam. Diante disso, no ano de 2019, o pesquisador Kevin Hall, trouxe estudos que comprovam a relação de tais comidas prontas para o consumo com o aumento no nivél de obesidade e sentimento de  insaciedade. De acordo com esse ponto de vista, é claro que a substituição frequente de refeições caseiras pelas fabricadas é um costume que, ao longo prazo, pode ser excessivo para o corpo do cidadão brasileiro.

Ainda mais, além do ganho de peso, a preferência por mantimentos ultraprocessados desvia a pessoa do conhecimento a respeito de sua alimentação. Nesse sentido, a importante gastróloga Rita Lobo confirma que a escolha por processados afasta o brasileiro da boa prática de cozinhar com ingredientes frescos, conhecidos e saudáveis. Conforme esse conceito, todos que recorre repetidamente as comidas instantâneas perde o controle  sobre os nutrientes que está consumindo, além de sua verdadeira autonomia no preparo do alimento.

Consequentemente, entende-se que o resultado de ultraprocessados hábito alimentar do brasileiro são graves. Portanto, é necessário atitudes que acalme este cenário. Dessa forma, pertence ao Ministério da Saúde que, com a utilização de verbas públicas, confirme a entrada da população a um plano nutricional educativo, com base no Guia Alimentar para o Brasil feito por Carlos Monteiro. A execução da ideia ocorreria com campanhas publicitárias de alerta, além do aumento da quantidade de nutricionistas no SUS. Com essa medida, acredita-se que a rotina com os ultraprocessados seja reduzido e a qualidade de vida continue no Brasil.