O impacto dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro.
Enviada em 25/05/2021
Hodiernamente parte da população brasileira consome alimentos que são ultra processados em suas refeições e isso vem preocupando os nutricionistas pois muitos desses alimentos estão relacionados a diversos problemas de saúde como por exemplo: obesidade, colesterol alto, intoxicação alimentar e até mesmo câncer.
Faz-se necessário lembrar que é fato que esses alimentos são mais práticos e preferidos por poderem ser guardados, congelados, portáteis e outros, porém levam ingredientes que possuem alto teor calórico e artificial, a salsicha, linguiça e o hambúrguer por exemplo além de já terem química componham-se de vários tipos de carne e que diz por “carne” envolve também carcaças e carnes e por isso precisam de química para sintetizar e desintoxicar toda a carne, o que os torna menos nutritivos.
Não é à toa que em razão disso recomenda-se evitar o uso desses tipo de alimento, países do ocidente sobretudo os de baixa renda costumam usar mais alimentos ultra processados uma vez que são mais baratos e acessíveis que os não processados salvo o caso dos Estados Unidos que é campeão e pioneiros em comidas mas são de alta renda. O restante do ocidente seguem essa tendência, o motivo desse se deve desde os anos 80 com após o fim da 1° guerra mundial os EUA pôde ampliar sua economia bem como o seu comercio, proporcionando a familiarização destes alimentos. E, não somente, a imprensa ou o marketing, vende a ideia estrategicamente nas propagandas de que até esses alimentos são saudáveis mas fazendo isso aumentam a quantidade de químicas quando dão boa aparência em troca da boa nutrição.
Em virtude disso é mister que o Estado tome providências para amenizar esse quadro através de políticas que assegurem e limitem a nutrição e artificializarão mínima dos alimentos para que assim possa-se corrigir a má alimentação e consequentemente possíveis danos à saúde.