O impacto dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro.

Enviada em 27/05/2021

O impacto dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro.

Com a chega da Revolução Industrial, no século XVIII, transformando o modo de vida da sociedade em escala global. Uma dessas mudanças foi a criação dos alimentos industrializados. Os alimentos industrializados se tornaram muito popular pois eles possuem, baixo custo em relação aos alimentos “in natura”. No entanto, os alimentos ultra processados não só possibilitou a comodidade no momento das refeições, mas também contribuiu com aumento da obesidade e de doenças crônicas na população. Nesse contexto, deve-se analisar como a publicidade excessiva e a falta de uma educação alimentar influenciam nos hábitos alimentares dos indivíduos.

Alimentos processados e industrializados contribuem para a obesidade pois possuem um alto valor calórico, devido à quantidade de carboidratos simples e gorduras ruins em sua composição. Além disso, são pobres em vitaminas e minerais que são muito importantes para regular todos os processos metabólicos do corpo. “Outro ponto que deve ser destacado é que os alimentos processados são conservados com alto teor de sódio em sua composição, o que contribui para a retenção de líquidos, gerando um maior acúmulo de peso. Portanto, não favorecem o emagrecimento. O excesso de sódio traz ainda o risco de desenvolver hipertensão, junto com a obesidade”, explica a nutricionista Ana Paula Moura. Os alimentos industrializados causam muita obesidade por que, a muito dele em supermercado e em outros lugares. Por que eles são mais baratos para se produzir e eles duram muito mais tempo que os naturais, assim as empresas ganham muito mais dinheiro produzindo os alimentos industrializados do que os naturais.

Para diminuir os impactos causados pelos alimentos industrializados na sociedade deve se aumentar os impostos desses alimentos, assim as empresas que criam esses alimentos irão aumentar os preços para conseguirem ficar no lucro. De acordo com Camila Passos “Quanto maior o preço, menos acessível o produto, menos consumo e menor a prevalência das doenças. Para cada aumento de 1% no preço dos alimentos ultra processados, é possível estimar uma queda média de 0,33% na prevalência de excesso de peso e de 0,59% na de obesidade. Observando especificamente o grupo com baixa renda, a tendência é a mesma: queda média de 0,34% no excesso de peso, e 0,63% na obesidade”.