O impacto dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro.

Enviada em 25/05/2021

Desde a Revolução Industrial, tais refeições têm sido cada vez mais exploradas e consumidas, por virtude, principalmente, da praticidade e potenciais nos mercados. Nesse viés, em consequência da grande oferta dos alimentos ultra processados, o preço torna-se acessível para muitos brasileiros que vivem a realidade de trabalharem por um salário mínimo e não possuem conhecimento do impacto que esse consumo trará.

De acordo com a revista SAÚDE, da editora Abril, esses alimentos elevam rigorosamente o risco de doenças cardiovasculares, crônicas e a obesidade. Sendo assim, percebe-se que alimentos pobres em nutrientes como biscoitos, salgadinhos e refrigerantes causam diversos machos para a saúde e ocasionam um déficit alimentar na população. Logo, nota-se que tal hábito alimentar deve ser reparado a fim de obter uma vida saudável.

Somado a isso destaca-se que os conhecimentos que aborda a nutrição são negligenciados. Por conseguinte, segundo o portal G1, apenas 12% da população brasileira reconhece os malefícios dos alimentos industrializados. Afirmando que os meios de comunicação usam das artes para controlar o agir e o pensar das pessoas. Sob esse viés, evidencia-se a tal por meio das propagandas realizadas pelas grandes redes de “fast food”, na qual mostra as pessoas sorridentes e animadas consumindo alimentos com alto teor calórico.

Portanto, essa passividade ao consumo desses produtos ultra processados ​​deve ser minimizada por participação do Governo e do Ministério da Educação em projetos que conscientizam uma população sobre os machos causados ​​pelo consumo dos alimentos ultra processados. Reformulando o modelo pedagógico, atribuindo campanhas, palestras e conhecimentos extracurriculares, como, assuntos da área da nutrição. Além disso, a ação da mídia, grande difusora de informações, é fundamental, a qual, por meio de conteúdo, como fotos e documentários, pode omitir sobre os projetos realizados e mostrarem como consequências da ingestão de alimentos.