O impacto dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro.
Enviada em 26/05/2021
Os produtos ultraprocessados estão sendo usados em alta escala cada vez mais, colocando em destaque aqueles tão intenso que acabam perdendo a cor, o verdadeiro sabor, estrutura e é preciso adicionar emulsificantes, aromatizantes, corantes, entre outras substâncias. Estão incluídos os refrigerantes, salgadinhos de pacotes, biscoito recheado, comidas instantâneas, miojo… São esses produtos industrializados dentre outros diversos que as pessoas acabam procurando porque é gostoso, prático de fazer e disponivéis em todos os cantos. Levando as pessoas à terem um descontrole alimentar e ganho de peso, depressão, diabete, hipertensão, obesidade …
Conforme estudo realizado pelo Datafolha, sob encomenda do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor, o consumo de ultraprocessados na faixa-etária dos 45 a 55 anos saltou de 9% em 2019 para 16% durante a pandemia. Ademais desse aumento, podemos perceber que no ínicio muitas das pessoas ficaram presas em casas e não ligando para sua saúde física mas ao decorrer vimos que havia já número delas dispostas a mudarem seus hábitos por causa do vírus, em estudos comprovam que é essencial praticar atividades físicas, além das comidas saudavéis deixando de lado o grande consumo daquelas gordurosas assim não somente pra ter um corpo em forma mas para sua qualidade de vida e ter menores chances de desenvolver doenças cardiorespirátorias, possibilitadas das citadas nesse texto.
Dessa forma os estados junto com o Ministério da Saúde deveriam adquirir uma maior visibilidade para prática de atividades físicas, fazendo projetos, propagandas para todo alvo de público, de todas as idades enxergarem a total importância de uma vida saudável em meio as situações de diversas das doenças e na pandemia aberto a esse vírus que pode pegar. Assim desse jeito, o número de pessoas e doenças advindas poderá diminuir, transformando um estilo de vida que faz bem para si mesmo.