O impacto dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro.
Enviada em 30/05/2021
Os brasileiros estão consumindo cada vez mais alimentos ultraprocessados, levando assim a certas consequências, por exemplo, algumas doenças, como a obesidade, diabetes, hipertenção. E esses alimentos estão em toda parte, então é preciso ter cuidado com eles.
De acordo com estudo realizado pelo Datafolha, sob encomenda do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor, o consumo de ultraprocessados nas idades dos 45 a 55 anos aumentou de 9% em outubro de 2019 para 16% durante a pandemia, 2020. O levantamento abordou que pessoas de 18 a 55 anos pertencentes a todas as regiões do Brasil, e indica que salgadinhos de pacote foram os produtos campões de consumo, subiu de 30% para 35%, em seguida vem a margarina, maionese, ketchup, com um aumento de 50% para 54%.
Alimentos ultraprocessados como nuggets de frango, sorvetes e cereais matinais estão associados à morte prematura e a problemas de saúde, constataram novos estudos. Cientistas da França e da Espanha declaram que a ingestão desse tipo de comida disparou nos últimos anos. O primeiro estudo, realizado pela Universidade de Navarra, acompanhou 19.899 pessoas durante uma década e avaliou sua dieta a cada dois anos. Durante o estudo, 335 participantes morreram. Para cada 10 mortes entre os que comeram menos alimentos ultraprocessados, houve 16 mortes entre os que comeram mais alimentos desse tipo. A pesquisa mostrou que aqueles que comem mais alimentos ultraprocessados tiveram mais problemas cardíacos.
Dessa forma, é necessária a propagação do conhecimento sobre o assunto, através de mais publicidades e informações completas nos rótulos desses produtos. Além de atribuição de conhecimentos extracurriculares, no modelo pedagógico, como sobre nutrição. Tudo isso por meio dos Ministérios da Educação e Saúde.