O impacto dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro.

Enviada em 31/05/2021

No contexto da revolução industrial, tornou-se comum substituir os alimentos mais tradicionais por alimentos industrializados. Da forma mesma, na sociedade atual, como as pessoas buscam cada vez mais praticidade todos os dias, consumindo refeições ricas em óleos, gorduras, sal e açucar em grande escala; então a situação é de grande semelhança, em ambos os contextos, tais substituições na dieta são maléficas. Portanto, torna-se necessário mudanças de hábitos.

No contexto atual, pandemia mundial devido ao vírus do Covid-19, foram realizadas análises das taxas de mortalidade, no total de 160 países, por pesquisadores da Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, e também na OMS (Organização Mundial da Saúde), entre 2,5 milhões de mortes causadas pelo novo coronavírus, 2,2 milhões das mesmas, ocorreram em países com altos índices de obesidade. No Brasil, 56,5% da população está sobrepeso e 22,1% com obesidade. Tais números exuberantes são consequências de hábitos alimentares indisciplinados, tendo como presença os alimentos ultraprocessados.

Logo, coompreende-se como pode ser grave o consumo de biscoitos recheados, comidas “instantâneas”, refrigerantes, carnes processadas como: salsicha, bacon, hambúrgueres, etc. Como grandes e principais problemas destes alimentos, além da adição em grande escala de açúcares, sais, gorduras; os conservantes e corantes, quando consumidos em excesso, podem ser causadores de alergias, doenças cardiovasculares, doenças intestinais, problemas gástricos e até mesmo câncer, ou seja, é um assunto de grande impacto, que requer grande atenção da população, não só brasileira, mas sim de todos os lugares do mundo.

O resultado ao grande impacto que a obesidade pode ter e pelo fato de estar tão presente na população brasileira, entende-se que o assunto requer uma atenção do Governo em conjunto com uma área da saúde para proporcionar palestras de conscientização e ações incentivadoras para melhores hábitos alimentares e menos ultraprocessados ​​no dia a dia.