O impacto dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro.

Enviada em 26/05/2021

Os chamados “ultraprocessados” são produtos alimentícios feitos com ingredientes industriais. Esses alimentos passam por um processamento intenso que acabam perdendo a estrutura, cor, sabor, e é preciso adicionar emulsificantes, aromatizantes, corantes, entre outras substâncias. Os novos produtos criados pelas indústrias têm conquistado um grande público.

Em primeiro lugar, com a mentalidade moderna, presente globalmente, a alimentação de fast food e o desejo de consumo ilimitado desses alimentos mostra que a identidade cultural do Brasil tem facilitado a entrada dos novos produtos.

Em segundo lugar, os produtos ultraprocessados são reconhecidos por ser prejudiciais à saúde devido as substâncias que os compõem. Segundo o jornal “Agência Brasil”, escrito pela repórter Ludmilla Souza, pesquisas concluem que o consumo dos ultraprocessados aumentam: 26% o risco de obesidade, 29% a 30% a aparição de doenças cardiovasculares, 102% dislipidemia, eleva o risco de sobrepeso e a mortalidade causada por todas as doenças em 25%.

Portanto, medias cabíveis são necessárias para uma amenização ou possível superação desse empasse. Assim, cabe aos responsáveis pelas redes de supermercados ou pontos de venda, aumentarem os preços dos produtos de origem industrial e reduzindo os preços dos produtos “in natura”, a fim de incentivar a população consumir os produtos mais baratos e consequentemente aderir o uso dos alimentos não industrializados.