O impacto dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro.

Enviada em 30/05/2021

Antes de tudo, é primordial destacar que os alimentos são divididos em grupos alimentares para facilitar a “dieta” da população. Sendo assim, a chamada “pirâmide alimentar” possui 8 grupos alimentares, que se dividem com a finalidade de garantir seu bem-estar alimentar e orientar as pessoas para uma dieta saudável. Desse modo, os alimentos denominados “ultraprocessados” tem pouco valor nutritivo e são prejudiciais para a saúde quando ingeridos.

Contudo, os alimentos ultraprocessados presentes na alimentação dos brasileiros são extremamente prejudiciais para a saúde, devido a grande quantidade de açúcar, gordura, sal e conservantes artificiais. Sendo assim, o excesso desses alimentos no organismo favorecem várias doenças, são elas: hipertensão, diabetes, diversos tipos de câncer, doenças cardiovasculares, dentre outros.

Ainda na perspectiva dessa problemática, é preciso acrescentar que, os alimentos ultraprocessados promovem o ganho de calorias em pouco tempo, o que contribui para o aumento de peso e a obesidade. Ademais, com base numa pesquisa realizada no Brasil em 2019 pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), uma a cada quatro pessoas de 18 anos ou mais anos de idade estava obesa, o que equivale a 41 milhões de pessoas. Evidencia-se portanto, que o consumo excessivo de alimentos ultraprocessados é um problema eminente e que merece a atenção do governo e dos profissionais da saúde.

Diante do exposto, fica claro que os alimentos ultraprocessados possuem grande impacto na alimentação dos brasileiros. Nesse sentido, faz-se necessário que o Estado em parceria com o Ministério da Saúde promova palestras para conscientizar e alertar a população dos riscos que uma má alimentação proporciona a população. Assim, pode-se alcançar uma população mais saudável e com uma melhor qualidade de vida.