O impacto dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro.
Enviada em 29/05/2021
Alimentação, atividade física e práticas saudáveis, promovem a diminuição da gordura, aumento da massa magra e presença os riscos de doenças como, obesidade, hipertensão, diabetes, entre outros. Entretanto vivemos em um mundo onde os alimentos in natura tem saído do quadro alimentar da população, para os alimentos ultraprocessados, conhecidos como “bombas calóricas”, dificultando a absorção de vitaminas, ferro e minerais.
Segundo as pesquisas, “Brasileiros e brasileiras de 45 a 55 anos estão consumindo mais alimentos ultraprocessados durante a pandemia. O consumo desses produtos nessa faixa etária era de 9% em outubro de 2019, enquanto em junho deste ano saltou para 16%. É o que mostra um novo estudo do Datafolha, pedido pelo Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) ”. Estamos numa época em que as pessoas buscam praticidades, principalmente na alimentação. Os sites, aplicativos e propagandas, facilitam o acesso a esses produtos de fast food.
Nem tudo que parece ser fácil para o consumo, é saudável, pois esses alimentos ultraprocessados trazem várias consequências na saúde das pessoas, que por muitas das vezes essas doenças se manifestam já com sintomas graves e até mesmo irreversíveis, evasão como doenças silenciosas, com a probabilidade do aumento da mortalidade e comorbidade. A ansiedade também contribui no aumento dos consumos alimentícios, pelo excesso de tensão e estresse que leva o País a apresentar um número expressivo de pessoas com obesidade.
Enfim, como as pessoas devem ter consciência nos produtos alimentícios que consomem, procurar alimentos saudáveis que contribui para uma qualidade de vida, além das atividades físicas, para que o Brasil possa sair desta estatística de um número elevado de pessoas obesas e ansiosas, devido à má alimentação.