O impacto dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro.

Enviada em 29/05/2021

No livro “Sal, açúcar, gordura” de Michael Moss, ele explica que a junção desses três ingredientes aumenta a durabilidade e promove a palatabilidade de um alimento transformando-o em ultraprocessado. Entretanto, esse tipo de alimento quando consumido em grande quantidade faz mal à saúde e gera doenças, o que diminui a expectativa de vida. Tal fato mostra uma realidade extremamente complexa não que diz respeito aos seus efeitos sobre uma população nacional.

À priori, os alimentos ultraprocessados ​​são produzidos no intuito de induzir o consumo em larga escala. Para que isso aconteça, é necessário uma combinação de macronutrientes e conservantes que juntos, induzem uma ingestão calórica maior.  Isso também gera o consumo inconciente,  já que já que muitas vezes, o consumidor não sabe qual é a composição química do alimento.

Outrossim, a ingestão desses alimentos, afeta diretamente no organismo e na imunidade do ser humano, isso o torna mais propício a ser infectado por doenças e os riscos para a saúde aumentam. No entanto, isso influência diretamente na diminuição da expectativa de vida da população brasileira, que passa a consumir esses alimentos principalmente pelo baixo custo que eles apresentam.

Diante do exposto, para superar todos os malefícios causados ​​pelo consumo de alimentos ultraprocessados, medidas devem ser tomadas. Sendo assim, é necessário que o Ministério da Saúde em conjunto ao Governo Federal reformule o Guia Alimentar Para A População Brasileira por meio do Artigo 196 da Constituição Federal que garante a saúde como direito de todos, a fim de conscientizar e minimizar o consumo desses alimentos. Dessa forma, a expectativa de vida do país irá aumentar e a saúde da população será preservada.