O impacto dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro.
Enviada em 28/05/2021
É comum vermos diversos comerciais de alimentos ultraprocessados, e além disso, é inegável o fato de que eles estão cada vez mais presentes na vida das pessoas, e estão ganhando um espaço cada vez maior na dieta dos brasileiros, já que muitas das vezes por não termos tempo de preparar o nosso arroz e feijão, optamos por algo mais prático, como um macarrão instantâneo ou uma lasanha congelada, que ficam prontos para comer em pouquíssimo tempo. Porém o que poucos sabem é que esse tipo de alimento faz muito mais mal à saúde do que se imagina, podendo acarretar em problemas mais sérios, como o câncer. Analisando tal problema, devemos nos perguntar: Vale a pena arriscar nossa saúde por praticidade?
É indubitável que, com o passar do tempo, o número de pessoas consumindo alimentos processados aumentou de forma alarmante, como é mostrado nos dados do IBGE, onde a proporção de consumidores de cinco ou mais grupos de alimentos processados foi de 14,3%. Isso mostra que, com o passar do tempo esse número tende a crescer cada vez mais, já que os brasileiros não estão tendo tempo para fazer sua própria comida e, cada vez menos eles estão se preocupando com a própria saúde, e assim optando por alimentos processados.
Deve-se destacar que, os alimentos ultraprocessados são maléficos a saúde devido aos produtos industrializados que os compõe, sendo de maior destaque os corantes, que são utilizados para dar a cor aos alimentos, porém, eles são os que mais prejudiciais à saúde do consumidor, já que de acordo com a nutricionista Karol Pereira, eles são os responsáveis por diversos sintomas de alergia, e, a principal causa para alguns tipos de câncer.
Logo, é perceptível o fato de que devemos tomar uma atitude mediante a essa situação, para que possa ocorrer uma mudança nesse quadro. E, para que essa mudança seja possível, é necessário que as escolas e faculdades incentivem por meio de palestras e aulas interativas a importância do consumo de alimentos naturais, e o maleficio que os alimentos ultraprocessados trazem. Ademais é necessário que o governo incentive a população sobre o risco dos alimentos industrializados, com propagandas e outdoors, mostrando que, é possível mesmo sem tempo, ter uma alimentação saudável, como por exemplo, podemos adotar medidas como: Uma vez na semana, o indivíduo pode preparar em grande quantidade o alimento, e, logo após congela-lo, ele irá consumi-lo conforme a semana se passa, apenas esquentando-o, assim economizando seu precioso tempo. Quem sabe assim, podemos mudar o avassalador impacto que os alimentos ultraprocessados causam na vida dos brasileiros.