O impacto dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro.
Enviada em 28/05/2021
O Brasil do século XXI, assim como outros países desenvolvidos e em desenvolvimento, enfrentam problemas com a grande valorização dos alimentos ultraprocessados no consumo da indústria alimentícia. Uma das influências para a causa desse problema é a construção social envolvida na exibição de poder de imagem em meio coletivo, principalmente de jovens.
A princípio, deve-se compreender o meio social em questão. No sistema capitalista, existem empresas que se consolidaram na indústria alimentícia através do seu nome, sem depender de sua qualidade na segurança da saúde ou do conforto da gustação. Podemos citar como exemplo a empresa Mc’Donalds, que consegue vender mais hambúrgueres pela sua embalagem do que pelo sabor.
Tendo consciência disso, começa a se observar o reflexo disso no meio social brasileiro. Desde o século XVI o prato comum do Brasil é composto por arroz, feijão e farinha de mandioca, que perdem cada vez mais espaço para os produtos industrializados. Pelos dados, nos últimos 10 anos o consumo anual de feijão caiu de 12 kg, por brasileiro para 9,5 kgs. Como o Fast Food é o principal fator de consumo do mundo globalizado, seus produtos ganham uma preferência principal entre os jovens.
Diante dessas informações, o Ministério da Educação, visando formar cidadãos saudáveis para o futuro brasileiro, deve exigir uma alimentação mais saudável nas escolas públicas e federais, além de implementar aulas sobre educação alimentar, já que é nas escolas que os jovens são preparados para o futuro.