O impacto dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro.
Enviada em 28/05/2021
Dentro da estrutura social vigente nas grandes metrópoles do mundo, torna-se comum a utilização dos restaurantes de “fast-food”. Nota-se que, a praticidade na hora de produzir, consumir e o prazer em comer estes alimentos, sejam ela congelados ou proveniente de algum restaurante são, por diversas vezes, algumas das justificativa para o consumo. Porém, em sua maioria, estes alimentos provocam obesidade e, a longo prazo, doenças como câncer e diabetes.
É primordial ressaltar que, como citado na série de documentários da Netflix “História: Direto ao Assunto”, juntamente com o crescimento da produção de fast-foods e alimentos industrializados cresceu também o número de adultos obesos. Desse modo, números de uma pesquisa realizada pelo IBGE em 2019, afirmam que 26,8% da população com mais de 18 anos, se encontrava acima peso ideal. Além disso, 18% dos adolescentes estão com sobrepeso.
Outro fator importante, é reconhecer que, muitas pessoas enxergam o ato de comer como algo prazeroso e que alivia o estresse, a tristeza e a ansiedade. Essas pessoas, encontram no alimento, uma válvula de escape para seus problemas diários e consomem alimentos sem necessariamente sentir fome. Contudo, a compulsão alimentar é uma doença grave, pode causar diversos problemas como obesidade, diabetes, hipertensão. Seu tratamento necessita de acompanhamento médico.
Diante desta problemática, constata-se que, além de causar doenças físicas, esses alimentos também causam problemas mentais. Faz-se necessário, então, a entrada do Ministério da Cidadania, que garante o direito à alimentação, e o Ministério da Saúde, responsável por assistir à população brasileira com atividades médicas, a fim de criar planos de assistência nutricional e psiquiátrico através do sistema público de saúde. Assim, conscientizariam a população acerca dos riscos do consumo destes alimentos e evitariam o aumento da obesidade no Brasil.