O impacto dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro.

Enviada em 28/05/2021

A Revolução Industrial otimizou o processo de produção e, com o passar do tempo e os avanços tecnológicos, a produção de alimentos ultraprocessados granhou força. As comidas congelas e até mesmo refeições completas estão sendo consumidas em excesso  na rotina corrida do brasileiro. Tais alimentos que ficam prontos em segundos substituem uma refeição adequada pela praticida muito buscada pelas pessoas cujo o tempo é sobrecarregado com tarefas do trabalho. Contudo, deve haver medidas para equilibrar o consumo desses produtos.

Essa alta demanda acarreta em problemas de saúde tal como obesidade, hipertensão e câncer. A TV aberta mostra o tempo todo propagandas que incitam o consumo de alimentos sintéticos como presunto embutido e comidas congelas. E o governo e emissoras de TV estão mais preocupados com a permanencia desse consumo gerando do que com a saúde e qualidade de vida da população. Isso demonstra portanto, que há um aumento significativo de produtos industrializados na dieta alimentar do brasileiro, desse modo, os órgãos de poder devem adotar medidas para diminuir tal uso.

O governo, os produtores dos ultraprocessados e até mesmo as emissoras são responsáveis por esse fator, uma vez que não fornecem todas as informações necessárias para o conhecimento do consumidor. Não há propagandas, por exemplo, indicando os maleficios do consumo dos industrializados, apenas promovendo a praticidade. O governo, em conjuto a secreteria da saúde e educação poderiam fazer campanhas promovendo e priorizando a saúde e o bem-estar.

Propagandas podem ser feitas pelas próprias emissoras, para desestimular a ingestão de industrializados e estimular o consumo de produtos orgânicos e seus benefícios.