O impacto dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro.

Enviada em 29/05/2021

Grande parte da população sabe que, no país, há tempos, observa-se que as pessoas estão sempre tendo que fazer algo e não conseguem tempo de produzir alguma coisa para comer, assim precisando comprar algo que seja de rápido acesso, no caso, ultraprocessados, que podem ser um adianto de tempo, mas também trazer bastantes problemas.

Em primeiro lugar, não são só pessoas com pressa que compram esse alimentos ultraprocessados, qualquer acaba adiquirindo este abito de substituir uma fruta por um biscoito, um suco por refrigerante e até mesmo fazendo macarrão instantâneo, pois, hoje em dia, todos querem economizar tempo e dinheiro, pois os alimentos saudáveis sofreram aumento no seu valor e fazer comida é algo que demanda uma parte desse tempo, assim correm para o caminho mais fácil que são esses alimentos processados.

Por outro lado, esses alimentos quando muito utilizados, como está sendo na pandemia da COVID-19, causam prejuízos crônicos a saúde, como diabetes, pressão alta e excesso de pesso, que podem aumentar o risco de formas mais graves da doença, comentado por Ana Paula Bortolleto, nutricionista. E no momento as políticas públicas que foram adotadas para que as pessoas tenham conciência de uma alimentação saudável foram muito tímidas e foram avistados   aumento da publicidade e do apelo, tanto pela conveniência, quanto pela comodidade do consumo de alimentos ultraprocessados.

Levando-se em consideração os fatos mencionados, deve ser aumentado o uso de políticas públicas pelos orgão na área de fiscalização alimetícia, como a ANVISA - Agência Nacional de Vigilância Sanitária, que consiste em alertar todos a comprarem alimentos sudáveis e deixa esses utraprocessados um pouco de lado, para que as pessoas não contraem as doenças crônicas que podem ser tragas nesse consumo do “caminho mais fácil”.