O impacto dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro.
Enviada em 30/05/2021
Os efeitos de comer alimentos ultraprocessados são diversos, os mais proeminentes dos quais são problemas cardiovasculares, diabetes e obesidade. Porém, apesar dos problemas, o consumo desses produtos vem aumentando gradativamente desde 1970, conforme afirma o Ministério da Saúde. Portanto, vale a pena analisar que motiva os brasileiros a adotar essa dieta.
Em primeiro lugar, o sistema educacional se destaca. Vale lembrar que o modelo de ensino vigente nas escolas brasileiras prioriza como disciplinas que serão abordadas na prova de avaliação. Ao contrário, o conhecimento sobre nutrição alimentar é ignorado. Portanto, de acordo com o portal G1, apenas 12% da população brasileira tem conhecimento dos malefícios dos alimentos industrializados. Desse modo, fica claro que a omissão das escolas, sem dúvida, ajudará a aumentar o impacto dos produtos ultraprocessados.
Além disso, a passividade das pessoas marcadas da mídia também foi destacada. Isso porque, segundo a Escola de Frankfurt, a mídia usa a arte para controlar o comportamento e o pensamento das pessoas. Sob esse preconceito, esse tipo de controle é óbvio: por meio de propagandas de grandes redes de “fast food”, como as pessoas estão tristes e se divertem com entusiasmo alimentos altamente calóricos. Portanto, é óbvio como a passividade pode aumentar o consumo desses produtos, pois essa prática é sinônimo de felicidade.
Portanto, para reduzir o impacto do consumo de alimentos ultraprocessados, o Ministério da Educação tem uma responsabilidade de reformular o modelo de ensino e incorporar conhecimentos extracurriculares, como questões nutricionais. Os nutricionistas podem fazer isso para que os alunos entendam os perigos esses alimentos e divulgá-los para a sociedade. Além disso, a mídia tem uma responsabilidade de omitir anúncio de redes de fast food e mostrar às pessoas como consequências de sua ingestão.