O impacto dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro.
Enviada em 29/05/2021
De acordo com o sociólogo alemão Karl Marx (Karl Marx), as relações de trabalho pós-modernas objetificam as pessoas por meio do valor agregado absoluto e da atividade excessiva causada pela baixa remuneração. Dessa forma, além da educação ineficiente do Brasil no incentivo a uma alimentação balanceada, os cidadãos também optaram por reduzir o custo de vida, devido à facilidade de preparação, introdução de preços atrativos, e a introdução de alimentos industrializados que são incentivados ao consumo.
Em primeiro lugar, é importante notar que, após a terceira revolução industrial, o mercado de trabalho passou a exigir mais dos trabalhadores, que geralmente enfrentam migrantes e, portanto, precisar comer perto do local de trabalho. No entanto, para reduzir custos e tempo neste processo, algumas pessoas optam por “fast food” com nutrição insuficiente e promovem a obesidade e outros problemas, que acabam por doenças como aterosclerose, incluindo uma relação entre o entupimento de vasos sanguíneos e deposição de gordura.
Em segundo lugar, observa-se que o sistema educacional do Brasil é ineficaz em incentivar as pessoas a comer alimentos saudáveis. Como resultado, os alunos não têm uma dieta balanceada, o que agrava o excesso de peso e a desnutrição infantil. Além disso, as empresas de alimentos têm influência no âmbito das campanhas publicitárias, que buscam despertar os desejos dos consumidores, levando os jovens a escolherem produtos prejudiciais à saúde. No entanto, algumas pessoas precisam de alimentos ultra processados porque são preparados muito rápido. Como visto na Obra de Perdida, onde uma revelação protagonista o hábito de comer macarrão instantâneo no jantar e justifica seu comportamento simplificando o preparo.
Portanto, como os jovens terminam a educação básica sem uma alimentação balanceada e ficam vulneráveis a propagandas que incentivam o consumo de alimentos industrializados e aumentam a incidência de doenças. Por isso, é de suma importância que o Ministério da Economia e o Ministério da Saúde cooperam para a criação de projetos conducentes à saúde no Brasil, onde os impostos sobre produtos industrializados aumentam em 15%. Em contrapartida, a alimentação saudável deve reduzir a carga tributária em 20%. Portanto, inviabilizando economicamente sua ingestão, incentivando o consumo de alimentos orgânicos e naturais, assim como ocorrências de doenças nutricionais.