O impacto dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro.

Enviada em 30/05/2021

No século XVIII, com a entrada da Revolução Industrial, muita coisa na vida da população mudou, uma delas foi a entrada dos ultraprocessados em seu cotidiano. No entanto, esse tipo de alimentação trouxe consigo o aumento da obesidade e de doenças cardiovasculares em seus consumidores. Desta forma, torna-se relevante discutir acerca dessa problemática.

No contexto dessa discussão, é válido ressaltar que segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2019, 61,7% dos brasileiros estavam com excesso de peso e 26,8% eram obesos. É preciso considerar, portanto, que essa é uma das consequências da entrada dos alimentos ultraprocessados e industrializados no Brasil. Esse dado pode crescer ainda mais se nada for feito perante isso.

Outrossim, como diz o filósofo alemão Arthur Schopenhauer, “o maior erro que um homem pode cometer é sacrificar a sua saúde a qualquer outra vantagem”. Similarmente, esse pensamento entra em conformidade com as pessoas que se alimentam em uma quantidade muito grande de produtos industrializados apenas pela praticidade e pelo baixo custo desses alimentos.

Diante do exposto, entende-se a necessidade de reunir esforços para diminuir os ultraprocessados ​​no padrão alimentar brasileiro. Logo, é imprescindível que o Governo, junto com as Escolas, implemente palestras para pais e alunos sobre os riscos dos produtos industrializados e ultraprocessados, desenvolvendo mais informação e esclarecendo dúvidas sobre esse tema, com a finalidade das doenças e dos impactos negativos afetados por esse tipo de alimentação diminuam. Com essas condutas, ter-se-á um Brasil melhor e mais saudável.