O impacto dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro.

Enviada em 30/05/2021

Desde o Iluminismo, entende-se que uma sociedade só progride quando um se mobiliza com o problema do outro. No entanto, quando se observa o o consumo de ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro, verifica-se que esse ideal iluminista é constatado somente na teoria e a problemática persiste ligada a realidade do país, seja pela falta de políticas públicas de incentivos a alimentção saudável, como também pela influência do consumismo compulsivo.

A constante procura por produtos industrializados deriva da baixa atuação dos setores governamentais, no que concerne a criação de mecanismos que proibam tais recorrências. Segundo o filósofo  grego Aristóteles, a poítica deve ser utilizada de modo, que por meio da justiça o equilíbrio seja alcançado na sociedade. De maneira análoga, é possível perceber que no Brasil a falta de políticas sociais de incentivo á saúde e o bem-estar dos indivíduos, rompe essa harmonia.

Destaca-se  o comunismo exacerbado como impulcionados do problema.De acordo com  Durkheim, o fato social é uma maneira coletiva de agir e de pensar, dotado de exterioridade e coercitividade. Nesse sentido, observa-se que o padrão moderno globalizado tende a fazer com que muitas pessoas consumam desenfreadamente produtos industrializados. Tal postura negligente prejudica a saúde e nao colabora para suprir as necessidades nutricionais do indivíduo.

E evidente, portanto, que ainda há entraves para conter o avanço da problemática na sociedade. O Ministério da Saúde (MS) deve desenvolver projetos voltados a alimentação saudavél, por meio de feiras com proficionais de nutrição, a fim de promover o bem-estar da população e mitizar o consumo demasiado de alimentos ultraprocessados, e o Ministério da Cultura deve disseminar, nas mídias sociais, campanhas ministradas por psicólogos, que discutam o combate ao consumo compulsivo,afim de que o tecido social se desprenda de hábitos nocivos a saúde.