O impacto dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro.
Enviada em 30/05/2021
Após o período da Revolução Industrial se tornou mundano substituir a comida tradicional e orgânica por alimentos industrializados. Além do fácil prepararo, há um gosto satisfatório, dito isso, a atração é enorme por esse estilo de vida fácil e prático, porém como diz o filósofo alemão Arthur Schopenhauer “O maior erro que um homem pode cometer é sacrificar a sua saúde a qualquer outra vantagem.”, esses alimentos ultraprocessados afligem muito a saúde no dia a dia e precisa-se discutir como lidar com esse processo na sociedade atual e propostas de combate contra esses.
Os alimentos ultraprocessados são ricos em sal, açúcar e gorduras hidrogenadas. Além disso, contêm aditivos como corantes e saborizantes artificiais, alguns considerados cancerígenos. Segundo o pesquisador da Universidade de São Paulo, o professor Carlos Monteiro, os processos e os ingredientes utilizados no ultraprocessamento levam a produtos que confundem o controle natural da fome e a saciedade e que, nesta medida, promovem a obesidade. Tem um sabor extremamente acentuado, não combinando com a aceitação de frutas, vegetais, verduras e proteínas. O levantamento do Datafolha encomendado pelo Idec feito em 2020 abordou pessoas entre 18 e 55 anos pertencentes a todas as classes econômicas e de todas as regiões do Brasil, e revela que salgadinhos de pacote ou biscoitos salgados foram os produtos campeões de consumo em 35%.
Após a amostra de dados conclui-se, com a falta de avisos do Ministério da Saúde do Brasil e com o péssimo costume dos brasileiros de procurar po algo de fácil preparo, mas nocivo para a saúde faz com que esse problema agrave cada vez mais o país. Algumas táticas que o governo pode seguir, é deque, com ajuda da internet sejam postados anúncios e informações sobre como ter uma alimentação saúdavel, informar os malefícios que essa alimentação ultraprocessada pode ter, e incentivar as pessoas a se exercitarem.