O impacto dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro.
Enviada em 30/05/2021
Em meados do século 20, a extensa mecanização da agricultura levou ao aumento da produtividade, fenômeno conhecido como “revolução verde”. Esse fato propicia a criação de novas formas de fazer alimentos por meio do uso de tecnologia e da adição de outros compostos. Nesse sentido, é certo que os alimentos ultraprocessados prejudicam a saúde das pessoas. Nesse sentido, é conveniente analisar as principais razões e consequências do problema atual.
Em uma primeira análise, a industrialização intensiva possibilitou a fabricação e o consumo de alimentos ultraprocessados. Isso porque, na década de 1930, o presidente Getúlio Vargas concentrou parte considerável do orçamento público nacional nas indústrias de base, o que contribuiu para a industrialização contemporânea. Por isso, a sociedade consome diariamente esses produtos não saudáveis, como biscoitos e refrigerantes. No entanto, segundo a análise, a população contemporânea sofre de problemas de saúde como o diabetes. O motivo desse problema é que, embora a sociedade consuma 84% do arroz e 72,8% do feijão, segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o uso de produtos ultraprocessados está aumentando. Portanto, os brasileiros têm aumentado os índices de gordura corporal e várias doenças, como a hipertensão, devido ao alto teor de sódio desses alimentos.
Dessa forma, o Ministério da Saúde pode se mostrar uma boa solução para esse problema, podendo realizar aulas de educação alimentar, realizar programas de exercícios físicos para todo o público, podendo ainda montar uma praça de alimentação fitness na praça com equipamentos. no ginásio. Com o objetivo de levar as pessoas com maior qualidade de vida, reduzir o número de doenças causadas por alimentos com alto teor de gordura e proporcionar uma vida mais saudável.