O impacto dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro.

Enviada em 31/05/2021

Desde a Primeira Revolução Industrial, aspectos como a cultura alimentícia e o paladar dos indivíduos foram sendo algo mais valorizado, visando que juntamente com o avanço das indústrias, as pessoas foram ficando mais exigentes, logo esses aspectos deveriam se adaptar a sociedade. Contudo, além da maior diversidade nos produtos alimentícios, a cultura industrial também abriu portas para alimentos ultrapassados, que são caracterizados pelo excesso de calorias presente.

Primeiramente é importante visar que a Revolução Industrial vem com o intuito da produção em massa, onde se produz muito gastando pouco. Na cultura alimentícia foi perceptível a inclusão desse tipo de produção através de delivers e comidas com uma maior quantidade de sódio, que fazem mal a saúde, podendo levar o indivíduo à problemas como diabetes ou hipertensão. Portanto,  o Guia Alimentar para a População Brasileira recomenda que tais alimentos sejam consumidos em pequenas quantidades.

De acordo com a datafolha Agência Brasil, brasileiros e brasileiras entre 45 e 55 anos estão consumindo mais alimentos ultraprocessados durante a pandemia, de forma que o número de pessoas que apresentam problemas de saúde relacionado a diabetes deve aumentar em 50% em vinte anos. Outro fator que leva as pessoas consumirem estes produtos, é que por serem mais baratos do que produtos de ramo natural, tendem a ser mais consumidos, impactando menos no bolso do consumidor.

Por conseguinte, é necessário que o Ministério da Cultura juntamente com o Ministério do Trabalho apliquem palestras relacionadas aos malefícios que o consumo de produtos ultraprocessados pode causar na saúde do indivíduo para seus trabalhadores, incentivando eles ao consumo de produtos não fabricados. Logo, o número de pessoas apresentando problemas de saúde irá diminuir, apresentando uma sociedade mais saudável.