O impacto dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro.
Enviada em 19/07/2021
Seguindo a lógica capitalista “tempo é dinheiro”, os ultraprocessados – alimentos de preparação rápida- se tornaram bastante empregados no dia a dia. Nesse bojo, o impacto dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro requer especial atenção. Acerca disso, urge estabelecer uma abordagem sobre os malefícios à saúde que essa classe de alimentos gera, bem como a intensa atratividade das diversas formas e cores que os alimentos ultraprocessados possuem.
Primeiramente, os alimentos ultraprocessados geram diversas complicações à saúde. Prova-se essa afirmativa ao analisar o documentário “Dieta do Palhaço”, do qual um homem se propôs a alimentar-se, em todas suas refeições, de “fast-food”, teve como consequência, por fim, o desenvolvimento de diversas doenças em pouco tempo, como hipertensão, diabete, aumento de peso e problemas cardíacos. À luz dessa ótica, os alimentos ultraprocessados são extremamente maléficos à saúde, com altas porcentagens de açúcares, gordura e sal. Dessa forma, é passível o desenvolvimento de doenças crônicas que somada ao sedentarismo, problemática muito presente na contemporaneidade, acarreta mais rapidamente os problemas supracitados.
Outrossim essa classe alimentícia é muito atrativa, porém são pobres em vitaminas e minerais , e ricas em corantes e produtos químicos. Nesse viés, a variedade de forma e cores que são empregados para a atração ao consumo desses alimentos possuem como fórmula a utilização uma grande quantidade de aditivos químicos, emulsificantes e conservantes, que segundo a plataforma digital UOU “são os principais vilões para a saúde humana”. Dessa forma, doces, sucos, biscoitos, entre outros, utilizam uma vasta quantidade de formas e cores que atraem os consumidores, porém devido a pouca quantidade de vitaminas e minerais, e grande quantidade de produtos químicos, o alto nível de atratividade se torna perigoso à saúde humana, pois seu consumo em grande quantidade pode vir a desenvolver alguma reação do organismo à quantidade excessiva de produtos químicos empregados na fabricação dessas, como alergia e intolerância alimentar.
Conclui-se, portanto, que medidas são necessárias para a manutenção dos impactos dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro. Acerca disso, cabe ao Estado- agente assegurador de direitos- a instrução da população, por meio de campanhas publicitárias e outdoors, com o fito de informar a comunidade sobre os impactos negativos que uma alimentação baseada em processados pode causar. Ademais, cabe às escolas- instituição formadora de valores- a conscientização das crianças, por meio da inclusão desse assunto em matérias transversais , com o fito de transformar o pensamento dos jovens e conscientiza-los sobre os malefícios dessa classe de alimentos.