O impacto dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro.

Enviada em 26/10/2021

A alimentação é a base da vida do ser humano, mas não basta somente se alimentar, é necessário o fazer de forma saudável. Contudo, na contramão desse fato os alimentos ultraprocessados não fazem bem para a saúde e o seu consumo cresce cada vez mais na população brasileira. Somado a esta problemática, a ingestão de alimentos ultraprocessados têm consequências graves a longo prazo.

Mormente, deve-se destacar que nutrir-se de maneira correta é um autocuidado fundamental. Em virtude disso, Hipócrates, considerado o ‘’pai da medicina’’, possui a célebre frase ‘’ Que o teu alimento seja o teu remédio e que o teu remédio seja o teu alimento’’. Antagonicamente a este pensamento, pode-se dizer que ao consumir produtos tais quais, refrigerante, salgadinho, bolacha, macarrão instantâneo e entre outros, as pessoas estão ingerindo veneno, haja vista que é comprovado cientificamente os males causados por eles. Com o efeito disso, o surgimento e agravamento de doenças crônicas como a diabetes e a hipertensão.

Outrossim, o hábito social o hábito social de consumir alimentos ultraprocessados contribui para o desenvolvimento de uma sociedade obesa. Segundo dados do IBGE, 22,8% da população brasileira é obesa. Sob tal lógica, a alimentação a base de comida ultraprocessada contribui para a manutenção e o aumento do quadro de obesidade no país. Como resultado, a longo prazo isso poderá tornar-se um grave problema de saúde pública.

Destarte, é notório a urgência da necessidade de conscientizar a população dos perigos do uso de ultraprocessados. Nesse sentido, cabe ao Ministério da Saúde em parceria com o Ministério da Educação desenvolverem projetos nas escolas de educação alimentar, através de oficinas e palestras com nutricionistas para mostrarem os riscos que existem com o consumo de ultraprocessados, para que ao longo prazo possa se criar uma sociedade com hábitos alimentares saudáveis.