O impacto dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro.
Enviada em 27/08/2022
Devido ao avanço da tecnologia, cada vez mais os alimentos ganham processos, tanto para torná-los mais palatáveis, quanto para prolongar seu tempo em que esteja próprio para consumo. Esses alimentos participam crescentemente do padrão alimentar brasileiro, por conta, tanto da praticidade para comê-los, ou seja, a maioria não demanda um preparo, mas, também por questões econômicas: são mais acessíveis.
Todavia, os ultraprocessados são ricos calorias, sódio, açúcares, carboidrados e gordura, mas são pobres em proteínas, levando ao baixo tempo de saciedade, indigestão, inchaço, aumento na pressão sanguínea e no nível de açúcar no sangue, e, a longo prazo, obesidade, pressão alta, diabetes e, até mesmo, ao infarto.
No entanto, devido a ausência de consciência da população, a ingestão de ultraprocessados prevalece. Por conta de movimentos sociais como o ‘‘body positive’’, que, normalizam a obesidade e incentivam as pessoas a não mudarem de hábitos, pois, acreditam que a única implicação da obesidade é ser considerado ‘‘feio’’, apesar, da obesidade ser considerada doença de acordo com o OMS e trazer inúmeros riscos à saúde, assim como a diabetes, pressão alta e doenças cardiovasculares.
Portanto, medidas são necessárias para resolver tais impasses, por exemplo, campanhas sociais e a disponibilização de fácil acesso a nutricionistas no SUS, utilizando órgãos como o OMS para promover as campanhas públicas, e fundos públicos, com o objetivo de conscientizar e dar apoio às pessoas que precisam suporte para a mudança de hábitos, a fim que, o impacto dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiros deixe de existir.