O indígena brasileiro em foco na atualidade
Enviada em 16/08/2018
Desde o Iluminismo, entende-se que uma sociedade só progride quando um ser se mobiliza com o problema do outro. No entanto, quando o assunto é o índio brasileiro em foco na atualidade, muitas vezes, essa mobilização não é vista. Nesse contexto, deve-se analisar o descaso aos índios e, também, os avanços do agronegócio nas terras indígenas .
Nesse sentindo, ressalta-se a carência de auxilio aos povos indígenas. Desse modo, a filósofa Hannah Arendt, com o conceito “a banalidade do mal”, afirma que o pior mal é aquele visto como algo cotidiano, corriqueiro. Seguindo essa linha de pensamento, observa-se que a falta de assistência aos indígenas são vista como algo comum, porém representa um grande mal para os indivíduos que se vive nas tribos. Haja vista que, por falta de ajuda médicas muitos morrem de doenças infecciosas e bacterianas e, também, sofre com invasões por fazendeiros nas terras desmarcadas.
Ademais, atrelado a inexistência de auxílios, os avanços do agronegócios nas terras indígenas é um impulsionador desse impasse. Ainda sob esse ângulo, conforme a terceira lei de Newton, toda ação gera uma reação. De maneira análoga, é possível perceber que os avanços do agronegócios na Amazônia afeta a vida dos indígenas, que segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mais de 896 mil índios vive no território da Amazônia. Como consequência, muitas vezes, as terras demarcadas são invadidas pelos fazendeiros e contaminada por defensivos agrícolas.
Portanto, mediante os fatos expostos, medidas devem ser tomadas, a fim de melhorar o panorama em questão. Destarte, o Ministério da Saúde, juntamente com o Governo Federal, devem promover um levantamento das comunidades indígenas que necessita de auxilio para melhorar da qualidade de vida, visando ajuda médica com distribuição de vacinas para evitar surtos de doenças entre as tribos. Outrossim o O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), deve fazer as demarcações das terras indígenas e, também, fiscalizar as marcações feitas, com intuito de inibir as invasão nas terras dos índios.