O indígena brasileiro em foco na atualidade

Enviada em 16/08/2018

Entre os anos 1540 e 1580 os povos indígenas foram escravizados e aos poucos se distanciando cada vez mais de sua cultura. Mas apesar da distância cronológica desse episódio da história, a separação desses povos de sua cultura persiste mesmo com a criação de leis e órgãos protetores.

Exemplo disso: a tomada de terras indígenas para o agronegócio, mesmo com a Fundação Nacional do Indígena (Funai), responsável pela proteção e por promover os direitos dos povos nativos brasileiros. No entanto, esses direitos esbarram nos objetivos dos grandes fazendeiros que enxergam as terras indígenas como capital.

Além disso, agressões e mortes também são exemplos da incapacidade de aplicações de leis previstas pela Constituição e o Estatuto do Índio. Como o conflito entre indígenas e fazendeiros no Maranhão, em que a consequência foi um índio com os dois antebraços decepados. Brigas por retomadas de territórios indígenas são comuns, pois se as leis que os protegem não são aplicadas, os nativos buscam por seus direitos.

É inegável, portanto, que medidas devem ser tomadas para solucionar esse problema. É preciso que a Funai e o Ministério Público demarquem as terras dessa minoria para que conflitos entre aborígenes e outras pessoas minimizem e para preservar a cultura desses povos que tem passado por um processo de degradação cultural de mais de 400 anos e que em conjunto com essas medidas que a mídia informe à população sobre as tradições desses povos para que a massa populacional saibam das terras tomadas, dos conflitos e procure ajudar ONG’s envolvidas na preservação dos indígenas.