O indígena brasileiro em foco na atualidade

Enviada em 05/09/2018

Na carta escrita por Pero Vaz de Caminha, em 1500, os índios foram retratados pardos,  nus e sem algo que cobrisse-lhes a vergonha. Para se defenderem, traziam em suas mãos arcos e flechas. Desde então, com a chegada dos colonizadores, nada pôde impedir que os índios fossem privados de suas terras e identidade.

Certamente, com a evolução do agronegócio muitas tribos indígenas perderam suas terras, sendo expulsos delas para que grandes proprietários possam ocupá-las  para fins econômicos. Não só agropecuária mas também usinas hidroelétricas podem afetar muito a vida dos índios, como a Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no Baixo Xingu, que acarreta um certo receio aos indígenas, pelo fato de ocorrer risco de inundações em suas tribos e afetar rios próximos.

De acordo com Rousseau, filosofo suíço, nada justificaria a vontade em sair do estado de natureza e perder a liberdade para qualquer empecilho à liberdade do homem, no caso, o índio. Sendo assim, houve um processo de alienação parcial para que os indígenas fossem retirados de suas terras, assim como ocorre atualmente, agindo conforme o que lhes é imposto.

Entende-se diante do exposto, a necessidade de ações para que transmute tais eventos e melhore o cenário dos indígenas. É fundamental, portanto, o auxílio do Ministério da Agricultura e Pecuária juntamente com o Ministério do Meio Ambiente que atinjam um acordo, para que haja um limite entre os direitos do agronegócio e dos indígenas. Também se faz necessário um controle das tribos, pelo Ministério da Cultura por meio da assistência de ONG’s para que não haja manipulação ou domínio quanto aos índios, em troca de benefício ao “homem branco”. Por fim, diante dessas ações, é possível minimizar tais problemas.