O indígena brasileiro em foco na atualidade
Enviada em 28/03/2019
A literatura de relatos, Quinhentismo, retratou o naturalismo indígena com espanto, denotando uma imagem selvática, dando incio, posteriormente, a exploração desses nativos. Hodiernamente, esta papulação ainda encontra-se em estado de vulnerabilidade não contando com assistências governamental, sues direitos constitucionais são feridos. Dessa forma tal revés manifesta uma negligencia pública, gerando assim, a estereotipagem social, influenciando assim a marginalização desse povo.
Como primeira constatação, nota-se que os índios enfrentam adversidades há anos e esses problemas vêm crescendo cada dia mais. Devido a isso é preciso ir em busca das razões desta questão, logo, de maneira mais explicita emerge a falha asseguratória institucional. Devido a interesses econômicos agropecuários realizado, principalmente, por incentivo da bancada ruralista no parlamento, a administração pública não prioriza a defesa dos territórios reservado a essas pessoas. Isso é evidenciado através da construção da Usina de Belo Monote no Pará, onde a papulação ribeirinha foi retirada. Regressando assim, ao processo de genocídio vivenciado no Brasil do século XVI.
Concomitantemente, outro ponto que merece tenção, é o fato da sociedade ver o indígena como uma figura folclórica, que neste contexto infere de maneira negativa. Destarte, isto é consequência do processo histórico de representação mítica dos índios, uma vez que sua cultura é vista como inferior e sem valor sendo resumida no dia 19 de novembro com pinturas e fantasias na tentativa falha de representatividade da sua cultura. Tendo em vista o eurocentrismo trazido com os colonizadores, até hoje é cometido o etnocídio a este grupo. Esses fatores atuam em um fluxo contínuo e favorecem a formação de uma adversidade social com dimensões cada vez maiores.
Nessa conjuntura, portanto a Fundação Nacional do Índio (FUNAI) deve analisar de forma mais rigorosa a demarcação de terras indígenas por meio de agentes fiscalizadores do IBAMA e representares da população ribeirinha, para assim preservar a área e quem ali vive. Mas, também os Ministérios da Educação e Cidadania deve investir em projetos com debates e encenações teatrais para as comunidades escolares, com professores de historia artes e membros das comidades indígenas a fim de explicitar a legitima historia e cultura dessas pessoas que estão presente no Brasil ha muito tempo. Para que a partir da educação e da arte possa desenraizar a visão estereotipada do índio proposta desde a sociedade do século XVI.