O indígena brasileiro em foco na atualidade
Enviada em 31/03/2019
O Espelho da Colonização Promulgada pela ONU em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos, garante a todos os indivíduos o direito à mínima digna de sobrevivência, que abrange o direito de ir e vir, educação, segurança, dentre outros. Conquanto, a situação marginalizada do índio no Brasil, impossibilita que essa parcela da população desfrute desses direitos na prática. Nessa perspectiva, esses desafios devem ser superados de imediato, para que uma soiedade integrada seja alcançada.
A exploração dos territórios indígenas e o desrespeito à cultura desses povos, remete-nos ao processo de colonização do Brasil, em que os índios foram submetidos a viver sob os moldes europeus, enquanto as riquezas de sua terra eram extraídas, levadas embora juntamente com seu dialeto e costumes. O Brasil reproduz hoje com os nativos de seu território o que aconteceu centenas de anos atrás pelas mãos dos exploradores.
Faz-se imporatnte também salientar que o avanço desordenado das indústrias, do agronegócio, ameaçam veementemente as comunidades indígenas que restaram, tornando-se impulsionador do desaparecimento dessa cultura. Segundo Zigmunt Bauman, sociólogo polonês, a falta de solidez nas relações sociais, políticas e econômicas é a característica da “modernidade líquida” vivida no século XXI.
Infere-se, portanto, que as políticas públicas de proteção ao índio, não tem se sobressaído aos interesses econômicos, que prejudicam não só a identidade indígena mas também ao meio ambiente. Por isso, faz-se necessário o fortalecimento e reciclagem de instituições como a FUNAI (Fundação Nacional do Índio), para que os direitos dos índios sejam garantidos e efetivados, preservando a singularidade cultural dos primeiros povos habitantes do Brasil.