O indígena brasileiro em foco na atualidade
Enviada em 01/04/2019
No período colonialismo brasileiro em processo de migração obteve o desenvolvimento da economia após a revelação do território, o patriarca proprietário da terra considerado dono de tudo que nela se encontrasse, os índios eram explorados pelos navegantes. Nesse âmbito, com o auxílio em troca de escambo consolidou-se a riqueza dos brancos “Pau-Brasil” nutrindo a potência econômica. Ora, após 500 anos com a formação da identidade nacional prevalece a desigualdade sociais ramificando a linha mais marxista e menos culturalista.
A priori, parafraseando sociólogo Gilberto Freire disserta na obra “Casa-Grande Senzala” aos modos viventes em tempo de escravocrata se repetem e reproduz a ideia de miscigenação caracterizando a pele negra de inferioridade, os brancos e europeus no autorismo, e os índios submissos aos seus senhores. De fato, a inferiorização está presente em diversos âmbitos, como no educacional já que nas escolas não é ensinada a história e as tradições indígenas. Por sua vez, possui apenas a visão europeia, o meio social desenvolve a desvalorização da sabedoria deles e corrobora para a permanência de uma concepção de mundo colonial.
Em contrapartida, configura a imagem da mazela em luta da liberdade. Segundo Thomas Hobbes argumenta que “ o homem abre a mão da própria liberdade para garantir segurança" com o movimento do abolicionismo da escravocrata deu-se a independência da algemas. Logo, a constituição de 1988 preconiza direito livre-arbítrio a sociedade.
Em síntese com o intuito de amenizar essa problemática clama ainda pela ação de dois coadjuvantes: a imprensa e o universo escolar. Em primeiro plano, deveria vincular mais espaços nos telejornais, por exemplo, para o debate, a análise dos especialistas, com o efeito de alertar e de desmitificar a igualdade social, hábito que compromete tal geração a informação desintoxica. Em segundo, alertar á escola, a tarefa de instruir, através da palestras, seminários, leituras periódicas sobre a influência que essa “filosofia” incutir invariavelmente, no imaginário crítico.