O indígena brasileiro em foco na atualidade
Enviada em 03/09/2019
“Vamos brincar de índio, mas sem mocinho para e pegar”. Esta é uma música infantil bem conhecida que atualmente não se ouvem mais a música nem a voz dos povos indígenas que constantemente são calados por serem estereotipados como atrasados e com isso não tem muita representatividade em um país como o Brasil. Logo, é preciso combater este tipo de discurso para não se deixar levar por ideias preconceituosas. Pois, os indígenas têm seus direitos e de suas terras garantidos pela Constituição de 1988.
Primeiramente, é preciso lembrar que a maioria das pessoas acham estúpido dizer que todos tem uma “dívida histórica” com o povo nativo. Na contemporaneidade, em 1961 foi criada o maior parque indígena do mundo, o Xingú, e depois muitos outros. Hoje são 13% do território brasileiro. Contudo estas reservas se encontram ameaçadas pelas empresas de mineração, tráfico de madeira, animais, garimpos ilegais entre outras coisas. Além dos preconceitos da sociedade que não ligam para as causas e as que ligam acabam sendo ameaçadas.
Outro fato importante, é que a intolerância para com os nativos é caso de repercussão internacional. O chefe Raoni e mais outros chefes foram até a França pedir ajuda do presidente Macron para com os desmatamentos e ameaças supracitadas. Neste contexto fica evidente o não apoio do Estado brasileiro, já que este se mostra cada vez mais avesso às minorias como os povos indígenas.
Logo, fica claro que os povos indígenas enfrentam uma crise, e o não reconhecimento da sua cidadania se torna preocupante. Sendo assim, os povos nativos juntos da FUNAI deveriam se organizar a ponto promover passeatas e manifestações com os adeptos à causa pelos seus direitos, já que este é reconhecido pela Constituição. A Fim de esta chamada de atenção revogue qualquer medida que violem seu povo e terras. Para que assim se levantem as bandeiras do respeito para que eles vivam em paz.