O indígena brasileiro em foco na atualidade
Enviada em 01/11/2020
O romance Vidas Secas, de Graciliano Ramos publicado em 1938, conta a história do vaqueiro que juntamente com sua esposa, Sinhá Vitória, seus dois filhos e a cadela Baleia enfrentam a fome no meio à seca nordestina. Segundo a ONU, o Brasil reduziu 82,1% desse cenário, no período de 2002 a 2014. Por ações de redução da pobreza e do combate a fome. Porém, atualmente há extrema importância de atuação para conter o desrespeito aos índios.
Por meio da educação do legado cultural e capacitação dos índios para exercer a cidadania. Segundo Betinho, sociólogo e ativista dos direitos humanos, o país não muda pela economia e pela política, mas sim, pela cultura.
Logo, os povos indígenas contribuíram para o Brasil atual. Assim, o desrespeito para com eles, é causa da ignorância, por parte da população, da contribuição étnica, cultural e linguística deles. Desrespeito como o preconceito com a caracterização de como deve ser o índio. Depressando os que adaptaram com a globalização. Ser alemão não deixa por não estar na Alemanha. Assim é o índio, não deixa de ser por não estar com o rosto e o corpo pintado. A ignorância de nomeá-los como preguiçosos por lutarem por seus direitos a terra, Constituição de 1988, para sobrevivência.
Também, em muitos casos, serem obrigados, pelo ambiente social, a deixarem de lado seus costumes para estudarem sem sofrerem preconceitos. Portanto, há uma dívida que se perpetua nos dias de hoje. Afim de solucionar, o Ministério da Educação pode acrescentar na grade curricular do ensino fundamental e médio, a temática indígena. A educação do legado cultural e linguístico para o país.
Conscientizar a população, pela mídia, na mobilização social sobre o respeito a cidadania dos índios. Por meio da televisão e redes sociais. Respeito as cotas nas universidades pela sociedade. E a educação de qualidade nas aldeias para lutarem pelos direitos sociais e políticos.