O indígena brasileiro em foco na atualidade

Enviada em 30/08/2020

Na obra “Triste Fim de Policarpo Quaresma” do escritor carioca Lima Barreto, aborda sobre o patriota Policarpo que era um funcionário público que tentou valorizar a cultura do país, querendo propor no evento que a língua nacional deveria ser a língua tupi-guarani, pelo fato dele pensar que os índios são os verdadeiros brasileiros. Logo após te dizer isso, Policarpo Quaresma foi dado como “louco” pelo ministro.

Primeiramente, é notável a falta de empatia das pessoas com as tribos indígenas, desde 1500 até nos dias atuais o preconceito e a desvalorização permanece no Brasil. Vale ressaltar que poucas escolas abordam a importância do índio na formação da essência do país, da sua formação e história passadas, atualmente são apenas conhecidos como tribos que aceitavam espelhos, selvagens e entre outros.

Entretanto, depois da chegada dos portugueses e até agora no século XXI, as ONG´s, fazendeiros tomaram posse de suas propriedades e terras, fazendo que ONG´s de outros países deslocou-se em buscas de meios produzidos pelas tribos para extrair para outros países com um preço incoerente. Segundo uma pesquisa realizada, cerca de 85% de mais de 400 terras indígenas são invadidas por Organizações, fazendo que a FUNAI realizasse uma denúncia contra. Ademais também há casos de mau-tratos, conflitos, exploração e estupros de mulheres indígenas, os dados da organização mostram que mais de 1 em cada 3 mulheres indígenas são estupradas ao longo da vida.

Em suma, o Ministério da Educação (Mec) realizasse palestras abordando as questões indígenas, a importância da língua tupi guarani, e assim como disponibilizasse professores para ensinar as tribos indígenas. E o Ministério da Fazenda  deve pagar os impostos para a Fundação Nacional do Índio (FUNAI) para a preservação das propriedades dos índios e fazer com que as pessoas não dominar as terras. Além disso investir projetos, artesanatos agricultura.