O indígena brasileiro em foco na atualidade
Enviada em 31/08/2020
O livro O cidadão de Papel, de Gilberto Dimenstein, propõe tirar o automatismo do olhar e enxergar as mazelas que afligem o Brasil contemporâneo. Nessa perspectiva, é necessário entender que todo tipo de preconceito com a população indígena afeta a sociedade como um todo. Assim, seja pela visão estereotipada em relação ao indígena, seja pelos julgamentos e ofensas feitos por conta de suas culturas, costumes, religiões e etnias, o problema permanece silenciosamente afetando grande parte da população e exige uma reflexão urgente.
Em primeiro plano, vale ressaltar que um dos principais males desse problema é o fato de muitos índios sofrerem preconceito por outras raças e pessoas. Isso ocorre, pois no passado, os indígenas foram escravizados pelos colonizadores e foi criada uma visão estereotipada e também julgamentos aos indígenas. Sendo assim, é necessário que medidas sejam tomadas para reverter esse quadro.
Em segundo plano, é necessário lembrar que os indígenas são muito julgados pelos seus costumes, crenças e religiões, também são prejudicados por conta desses fatores no mercado de trabalho e na vida social. Com isso, há uma maior dificuldade de a figura indígena progredir no mercado de trabalho.
Torna-se evidente, portanto, a urgência de medidas para alterar o cenário vigente. Dessa maneira, é dever do Ministério do trabalho promover uma conscientização sobre a igualdade salarial entre trabalhadores de raças distintas, por meio de campanhas, anúncios e propagandas na mídia em geral, os quais retratem, de maneira fidedigna, a importância da figura indígena no mercado de trabalho. Isso deve ser feito com o intuito de reduzir os preconceitos e formar uma sociedade mais igualitária. Só assim, o país tornar-se-á mais plural e justo.