O indígena brasileiro em foco na atualidade
Enviada em 30/08/2020
O romance Vidas Secas, publicado por Graciliano Ramos em 1938, conta a história desse covarde. O covarde e sua esposa Sinhá Vitória, seus dois filhos e a cadela Balaian passam fome durante a seca no Nordeste. Segundo dados das Nações Unidas, de 2002 a 2014 o Brasil reduziu essa situação em 82,1%. Ações utilizadas para reduzir a pobreza e combater a fome. No entanto, é extremamente importante agir agora para conter a falta de respeito pelos povos indígenas. Pratique a cidadania por meio da educação do patrimônio cultural e da formação de índios.
Segundo o sociólogo e ativista de direitos humanos Bettinho, as mudanças no país não se devem à economia e à política, mas à cultura. Logo, os indígenas hoje contribuíram para o Brasil. Portanto, o desrespeito por eles é a causa da ignorância pública, contribuições étnicas, culturais e linguísticas.
Desrespeite o preconceito de como os índios devem se comportar. Suprima aqueles que se adaptam à globalização. Ser alemão não o deixará sair da Alemanha. O mesmo vale para os índios, não porque ele não tenha pinturas faciais e corporais. Chamando-os inconscientemente de preguiça, lutando pelo direito à terra, a “Constituição de 1988” é pela sobrevivência. Além disso, em muitos casos, devido ao ambiente social, eles têm que abandonar o hábito de aprender sem serem preconceituosos.
Portanto, hoje existe uma dívida permanente. Para resolver esse problema, o Ministério da Educação pode adicionar temas indígenas ao currículo do ensino fundamental e médio. Eduque o patrimônio cultural e lingüístico do país. Sensibilizar a mídia sobre o respeito à cidadania indiana por meio da mobilização social. Através da TV e das redes sociais. Respeite que as universidades cobram pela sociedade. Fazer educação de qualidade no campo e lutar pelos direitos sociais e políticos. Porque, como disse Malala Yousafzai, “a educação é a única solução”. E a divisa entre governo e Funai.