O indígena brasileiro em foco na atualidade

Enviada em 31/08/2020

No transcorrer do século XXI, é importante atentar quanto a visão dos brasileiros em relação a representatividade do índio no Brasil. Nessa perspectiva, apesar de o sistema contar com políticas que visam minimizar os entraves deles socialmente, ainda existe uma fragilidade quando a proteção de áreas, além da falta de acesso à cultura e educação. Dessa forma, é mister que o assunto ganhe maior visibilidade no âmbito social, bem como ampliação pelo eixo governamental, atuando de forma efetiva em prol dessa situação.

Em primeiro lugar, pode-se afirmar que a miséria dos índios começou quando os portugueses chegaram ao Brasil, onde eles foram obrigados a esquecer seus costumes, crenças e valores para adotar a fé e o modelo de vida europeu. Foram feitos de escravos na sua própria terra, e os que se negavam a se submeter aos comandos portugueses eram assassinados. Segundo o site UOL, existiam cerca de 5 milhões de índios na época do descobrimento, nos dias de hoje, apenas 450 mil.

Desrespeito como o preconceito com a caracterização de como deve ser o índio. Depressando os que adaptaram com a globalização. Ser alemão não deixa por não estar na Alemanha. Assim é o índio, não deixa de ser por não estar com o rosto e o corpo pintado. A ignorância de nomeá-los como preguiçosos por lutarem por seus direitos a terra, Constituição de 1988, para sobrevivência. Também, em muitos casos, serem obrigados, pelo ambiente social, a deixarem de lado seus costumes para estudarem sem sofrerem preconceitos.

Portanto, há uma dívida que se perpetua nos dias de hoje. Afim de solucionar, o Ministério da Educação pode acrescentar na grade curricular do ensino fundamental e médio, a temática indígena. Conscientizar a população, pela mídia, na mobilização social sobre o respeito a cidadania dos índios. Por meio da televisão e redes sociais. E a educação de qualidade nas aldeias para lutarem pelos direitos sociais e políticos.