O indígena brasileiro em foco na atualidade

Enviada em 14/01/2021

Índio, na definição primordial ser nativo da América do Sul que vive na mata, consome dela, além de preservar a natureza e ancestraliedade, vive em comunidade de forma simples. Apesar, do conceito arcaico e apacificador, nos últimos anos houve conflitos mediante a esses povos por motivos: ganância de líderes ruralistas e extrativistas também em relação a socialização desses povos em áreas urbanas brasileiras. Com efeito, evidencia-se medidas para estabelecer um papel de cidadania e garantir direitos.

Em primeira análise, promulgada em 1988, o Estatuto do Índio garante sua integração, papel social e posse de terras declaradas historicamente. Atualmente, os dados assustam já que segundo o IBGE 25% de financiadores do setor primário lutam para explorar áreas já demarcadas por índígenas. Essa ação vai contra as diretrizes de proteção à esses povos, pois suas áreas são garantidas pela preservação histórica ambiental .Desse modo, com a liberação de interesses financeiros na região causará maiores problemas como queimadas ou excassez de água. Por esses motivos, é evidente o descasso para com as comunidades indígenas que necessitam de assitência jurídica.

Em segundo plano, com a irregulação dos territórios os números de miséria nas aldeias só aumentam, o que culmina o êxodo rural em direção às cidades. Embora possuem suas normas estabelecidas, essa figura sofre discriminação para trabalhar, enfrentando as piores condições .Por consequência encontra como alternativa o sustento pelo artesananto ainda mais nas escolas e universidades não recebem assistencia tecnológica, visto que essas instituições manejam esses recursos. Em seguida, existe um grupo de rap indígena “Brô MCS” que cita em suas obras os obstáculos vivenciados por esses povos na ruptura aldeia e urbano. Nesse sentido, é notório o isolamento dessas comunidades e que precisam de ajuda governamental.

Diante do exposto, percebe-se as dificuldades de relacionar os direitos dos índios. Para minimizar esse revés cabe ao Ministério da Justiça com parceria da FUNAI que maneje as áreas, trazendo especialista  como sociólogos e biólogos a fim de garantir sua propriedade e o estatuto do Índio em ordem. Bem como, é encargo do Ministério da cultura em parceria de iniciativas midiáticas que criem campanhas nesses meios como vídeos e programas na internet expondo a realidade do índio como cidadão, sua importância na preservação ambiental e valores, para maior visibilidade no contexto brasileiro.