O indígena brasileiro em foco na atualidade
Enviada em 18/11/2021
Ao observarmos a bandeira nacional, constada como um dos símbolos mais importantes do país, é de possível visualização do lema positivista escrito: “Ordem e Progresso”. Todavia, ao analisarmos a exclusão e extermínio social da população indígena no Brasil, é visto que tal bordão é empregado apenas na teoria e não desejavelmente na prática, pois, tal situação viola o Artigo 5 presente na Constituição Federal, o qual visa a segurança e propriedade a todos, e assim estorvando a progressiva da nação.
Precipuamente, é indubitável que tal problemática segue intrisecamente ligada ao Estado seja pelo avanço agropecuário sob terrítorios ocupados por indígenas, seja pela negligência governamental em medidas constutivas ao tema. Desde as navegações efetuadas em 1500 pela coroa portuguesa em destino ao Brasil, a ditada etnia nativa sofre repressão cultural e territorial. Na contemporaneidade, tem seu pódio substutuido pelos proprietários envoltos à agropecuária. Certa reprimida ocasiona o rompimento da idiologia harmônica e gera conflitos violentos, contrariando o desejado conceito de utopia.
Ademais, a gestão potencializada ao combate a esse descaso humanitário, se alto censura sob tais ocorridos e não oferecem o que, por legislação, deveriam. A bancada politíca mantém o adiamento das urgentes demarcações territoriais e proteção as indígenas , prolongando o massacre de um raça. Segundo o G1, so no amo de 2014 tiveram cerca de 70 homicídios ao povo indígena no país, ferindo bruscalmente o posição filontrópica da sociedade.
Contudo, tal problemática contribui no processo de extinção ético da população originária do Estado brasileiro, portanto, é visto que tal situação exerce de uma urgente resolução. Logo, o poder governamental deve arcar com a criação de leis protetoras a esse povo oriundo, visando o comprometimento do dever a segurança a todos e diminuir essa imperdoável realidade. Além do mais, o corpo social pelo direito da democracia, exerce com si a obrigação de eleger candidatos que obtenham propostas comunitárias a essa população e outras minorias, e assim, graduamente, transfomar a nação em um território mais humano e menos ignorante.