O indígena brasileiro em foco na atualidade
Enviada em 28/10/2017
De herói a vítima. De bravura a torturas. O retrocesso trazido da colonização caracterizada pela extrema violência se refletem em dias atuais, abrindo espaço para assassinatos e exploração a uma cultura de diversidade que foi base para a formação da população e identidade brasileira, os índios.
Em 1988, foi estabelecido pela CF o direito dos índios sobre terras que tradicionalmente ocupam e os reconhecimentos dos direitos de cidadania. Contudo, o ano de 2015, foi marcado pelo agravamento de violências e mortes vindos desde o ano interior. Casos de homicídios e invasões para exploração ilegal de recursos foram registrados como atrocidades.
Desde a extração proibida de madeiras, desmatamentos e avanço da urbanização, o depredamento das terras habitadas trava uma luta incessante a cerca de 305 etnias, sem apoio social e governamental, os tornando reféns de interesses capitalistas. Com o papel de monitorar terras indígenas, a FUNAI, ainda enfrenta problemas quanto a apoio e reconhecimento da nação; falta incentivo moral e financeiro para defesa dos índios.
Dessa forma, cabe ao Governo criar mecanismos de valorização ao índio, e a prestar apoio a FUNAI, fiscalizar as leis demarcadas em 88 a fim de cumpri-las. Poderá ser incluso nas grades curriculares, formas de respeito aos costumes e tradições indígenas; a mídia poderia instituir debates, campanhas e propagandas de valores, frisando a importância para a sociedade brasileira, pois assim, os números de mortes e casos de manifestações violentas diminuirão; ajudando quem tanto cumpre com a proteção de matas quanto com a miscigenação deste país de terras sagradas.